domingo, 18 de outubro de 2009

Infância

Penso como eterna criança,
pois não aprendi, por exemplo,
a não ter medo de escuro.
Nunca me ensinaram a arte da solidão.
Penso como criança,
pois sonho alto.
Voando.
Temendo.
Continuando...
Penso como uma criança,
simplesmente porque sei
que quanto mais nos aproximamos da maturidade,
mais difícil torna-se a visão da verdade.

6 comentários:

Laís de Ponte disse...

Nossa, Yasmim, muito bom! =))
Me identifiquei bastante com esse seu texto!
Eu também penso como uma eterna criança =)
Parabéns por seu talento na escrita. :D

abraços!!!!

Yasmin Lara disse...

Obrigada pelo comentário, moça.
Que bom que se identificou!
Não somos nós eternas crianças? rs

abraços
=)

Márcio Vandré disse...

Talvez pensar como criança tire de nós os males profundos.
E leve ao ocaso o ceticismo.
Criança sempre vê tudo azul.
:)

Um beijo pra ti!
Fica bem!! :D

Yasmin Lara disse...

Oi oi oi Marcinho !

E o azul não é uma cor bem linda´
Basta enxergá-la em seu degradê que está tudo bem..


beijos p ti, moço
=*

Varnion, o lobo solitário disse...

Também me identifico bastante com seu poema. A maturidade nos limita muito a capacidade de imaginar, de criar de pensar. É bom manter sempre viva a criança que fomos.

Yasmin Lara disse...

Ei, Bruno !

Concordo com você, a maturidade meio que tira a nossa capacidade de percepção. E de sonhos.

Abraços
=)